sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Troca de idéias.



Foto: Eric Valenne - http://www.geostory.com/

Eric nos abordou no meio de um percurso e sugeriu sessão de fotos. Estávamos a caminho de mais uma investida no centro histórico de Ouro Preto. Um abraço, Eric!


quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Teatro Matulandante no Jornal Futura.


A apresentação do dia seis de novembro no lar dos idosos foi cancelada por falta de comunicação. Nada mal quando se pensa nesse tempo de Produção Cultural de uma antiga Vila Rica que perpetua. Permanece.

Porém, o registro de outra apresentação fica aqui e nos enche de vontades. É um vídeo do primeiro bloco do Jornal Futura do dia 4 de novembro. Nos últimos cinco minutos você assiste trechos do mini-espetáculo Chico Rei e entrevistas sobre a contação de estórias e a literatura pelo Fórum das Letras 2010.


       ASSISTA O VÍDEO:

http://www.youtube.com/watch?v=qMcJ-cw86TM


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sexta-feira, 5 de novembro de 2010

FÓRUM DAS LETRINHAS 2010, Teatro na Sociedade São Vicente de Paulo


Amanhã, 06 de novembro, Daniel Sapiência e Saulo Campos visitam pela segunda vez a Sociedade São Vicente de Paulo, no Bairro Cabeças, através do Fórum das Letrinhas 2010, promovido pela Universidade Federal de Ouro Preto.

A primeira visita, ocorrida no último dia 30, proporcionou esclarecimentos (nossos) sobre ações imediatas para a vida de cada morador da casa, donos de olhos que transmitem a mais clara exatidão dos sentimentos que produzem. Olhares. De pessoas que habitam uma casa destinada a solidariedade. Olhares fortes, presentes, dos que ouvem os sons e assistem cenas com bonecos, objetos e textos (entendidos em sua totalidade ou não).

Lá, importa mais o ESTAR do que aquilo que pode REPRESENTAR uma cena de teatro. Estar e trocar. Pois os olhares, como disse, são diversos. Vão da angustia ao contentamento. São olhos lúcidos, serenos, vagos... Festivos, lúdicos, infantis... Olhos de fuga, busca, atenção. E que necessitam de contato.

Alguns talvez até cheguem  a olhar “de azul”. Um azul escuro, bem escuro. E talvez até vejam as coisas como compreende e propõe um poeta cuiabano que li noutro dia num lugar de quem "olha de ave".